A genômica funcional ajuda a compreender como o seu organismo funciona por dentro — do metabolismo aos hormônios — para construir um cuidado verdadeiramente individual, feito para você.
Conhecer a avaliação genética"O exame genético não é um veredicto sobre o seu futuro — é um mapa da sua biologia."
Os exames de genômica funcional analisam como o seu DNA influencia o funcionamento do organismo — metabolismo, hormônios, nutrientes, exercício, sono e envelhecimento. Eles não diagnosticam doenças: funcionam como um mapa da sua biologia, que orienta estratégias individualizadas de prevenção e cuidado, dentro da medicina de precisão.
A medicina de precisão não olha apenas para o seu DNA. Ela integra quatro frentes de informação para construir um cuidado realmente individualizado.
Variantes do seu DNA que modulam metabolismo, resposta a nutrientes e a medicamentos.
Marcadores laboratoriais que mostram o que acontece no seu organismo agora.
Sinais clínicos, antecedentes pessoais e contexto familiar.
Sono, nutrição, treino, estresse e tudo que o cerca no dia a dia.
O resultado vem da integração desses quatro pilares — não de analisar cada um isoladamente.
Cada painel reúne informações genéticas sobre uma dimensão da sua saúde. A indicação é sempre feita pelo médico, de acordo com o seu contexto clínico. Toque para expandir
O metabolismo hormonal masculino passa por várias etapas — da produção e transporte dos hormônios até a sua conversão e ação nos tecidos. Variações genéticas podem estar ligadas a diferenças individuais nessas vias, incluindo o metabolismo da testosterona e de seus derivados. A leitura genética soma-se aos sintomas, ao exame físico e aos exames laboratoriais.
O resultado genético é uma parte da avaliação. Não mede níveis hormonais atuais, não estabelece a causa de sintomas e não indica, sozinho, reposição hormonal.
O metabolismo hormonal feminino envolve produção, transporte, conversão, ação e eliminação dos hormônios. Variações genéticas podem se relacionar a diferenças individuais nessas vias — do estradiol e progesterona à testosterona e seus metabólitos. Os dados somam-se ao histórico ginecológico, à fase da vida e aos exames.
O resultado genético é complementar. Não mede hormônios atuais, não diagnostica condições ginecológicas e não indica, sozinho, terapia hormonal.
Avalia processos ligados à digestão e absorção de nutrientes, integridade da barreira intestinal, resposta imunológica e interação com a microbiota. A genética contribui para parte dessas vias — mas alimentação, estilo de vida, medicamentos e ambiente também influenciam.
O resultado não diagnostica doenças gastrointestinais nem intolerâncias e não determina, sozinho, quais alimentos consumir ou excluir.
A síndrome metabólica reúne alterações como aumento da circunferência abdominal, da glicose, da pressão e dos triglicerídeos, com queda do HDL. A genética contribui para diferenças individuais no metabolismo, mas alimentação, atividade física, sono e histórico familiar pesam muito.
O resultado não diagnostica síndrome metabólica, diabetes, dislipidemia ou hipertensão, e não define, sozinho, a indicação de medicamentos.
Vitaminas, minerais e ácidos graxos participam do metabolismo energético, da saúde óssea, da função neurológica e da resposta imunológica. Variações genéticas podem se relacionar a diferenças na absorção, transporte e uso de certos nutrientes — sempre lidas junto à alimentação e aos exames.
O resultado não identifica, sozinho, deficiência ou excesso de nutrientes e não determina a dose de suplementação.
O envelhecimento da pele é multifatorial: genética, sol, alimentação, sono, hormônios e cuidados contam. A análise avalia variantes de processos como formação e degradação do colágeno, resposta ao estresse oxidativo, pigmentação e hidratação.
O resultado não determina a velocidade de envelhecimento da pele nem indica, sozinho, procedimentos, cosméticos ou suplementos.
A metilação e a transulfuração são vias bioquímicas que participam do metabolismo da homocisteína, do uso de folato, B12 e B6, da síntese de várias moléculas e da defesa antioxidante. Variações genéticas podem se relacionar a diferenças na atividade de enzimas dessas vias.
O resultado não define, sozinho, se a metilação está "boa" ou "ruim", não identifica deficiência de vitaminas e não define a dose de suplementação.
O envelhecimento é um processo complexo, influenciado por genética, alimentação, atividade física, sono e ambiente. Este painel avalia variantes de mecanismos biológicos ligados à manutenção e à adaptação das células ao longo da vida.
O resultado não determina a velocidade de envelhecimento, não prevê expectativa de vida e não estabelece, sozinho, risco de doenças da idade.
Os neurotransmissores participam do humor, atenção, motivação, sono e resposta ao estresse. Produção, liberação, ação e recaptação envolvem vários genes. As variantes contribuem para diferenças individuais, sem determinar isoladamente o estado emocional ou a presença de transtornos.
O resultado não mede neurotransmissores no cérebro e não diagnostica depressão, ansiedade, TDAH ou outros transtornos.
A fertilidade feminina é multifatorial: idade, função ovariana, equilíbrio hormonal, anatomia, endométrio e fatores metabólicos e imunológicos contam. A análise genética complementa a investigação, lida junto a exames hormonais e de imagem.
O resultado não avalia a qualidade dos óvulos, não diagnostica infertilidade ou SOP e não prevê a evolução da gestação.
Cada etapa reúne informações que constroem uma visão completa do seu contexto, integrando genética, exames, histórico e estilo de vida.
Uma conversa aprofundada sobre a sua história, hábitos, queixas, exames e objetivos — para compreender o seu contexto e desenhar uma estratégia individual.
Simples e confortável: um swab na parte interna da bochecha. Sem agulha, sem sangue e sem dor.
Processamento em laboratório com tecnologia de microarray, que avalia milhares de marcadores em uma única amostra.
O Dr. Marcos explica os resultados em linguagem clara, relacionando-os ao seu contexto clínico — sem jargões indecifráveis.
Uma estratégia feita para você, integrando genética, exames, composição corporal e estilo de vida, com acompanhamento próximo e ajustes ao longo do caminho.
Não. A coleta é feita com um swab na parte interna da bochecha — rápida, confortável, sem agulha e sem sangue. Em poucos minutos está pronta.
Não. Os exames trazem informações sobre variantes genéticas relacionadas a processos biológicos. São dados complementares, interpretados em conjunto com a avaliação clínica, o histórico e os exames. A análise genética, isoladamente, não estabelece diagnóstico.
Não. A genética indica predisposições da sua biologia de base, não um destino. Essas informações ajudam a orientar hábitos e o acompanhamento médico quando clinicamente pertinentes.
Não. É uma ferramenta complementar. As decisões são tomadas em consulta, integrando os dados genéticos aos sintomas, ao histórico e aos exames laboratoriais.
Não há uma idade única. A indicação é avaliada pelo médico conforme o seu objetivo e momento de vida. A escolha dos painéis é sempre individualizada, após a avaliação clínica.
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